Organismo concilitário

Em meio a praia cheia de banhistas, havia uma mulher morena. Tinha uma tatuagem no ombro direito, cujo detalhe chamava a atenção dos homens. Ela percorria muitos quilômetros até achar o espaço vazio, ou seja, onde não tinha banhistas. Ela se despiu do seu biquíni preto e o deixou na areia como se a folha caísse. A bela mulher enigmática se dirigia direto ao mar a ponto de amenizar o seu corpo aquecido pelo sol. A sua entrada se transformava em sons aquáticos. Ela mergulhou feito golfinho. De olhos fechados dentro do mar o lance de prender a respiração a fortalecia. De repente apareceu um homem moreno ao seu redor, que não era estranho para ela. Eles se aproximavam, bem prudentes. Nenhuma emissão de pronúncias, e o clima, apesar de estarem presos no mar, estava ficando quente. Os corpos se grudavam como se eles se abraçassem de medo. Ao ativar a excitação, eles se beijavam e introduziam a penetração orgástica. Os lábios grudados tornavam-se oxigênio natural, deixando os amantes aliviados das dores sentimentais.

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Marido burro

Numa noite lenitiva, longe da zona urbana, se encontrava uma cabana no meio da escuridão. Havia uma mulher sentada na cadeira, amarrada. A lâmpada, porém, pouco acesa, dificultando a visão da mulher. Apareciam três homens, no entanto, não saíram da sombra que cobria os rostos deles. A mulher desconfiava que esses homens fossem a estuprar, mas se enganou. Não vamos estuprar você e também não pretendemos machucar, pode ficar tranquila. – disse um dos três homens. Somos parentes do cara que está apaixonado por você. Por isso que imploramos que você se case com ele, visto que nosso primo está sofrendo – Acrescentou o outro homem misterioso. Antes de responder, a mulher tentava lembrar quem era esse “cara”, pois ela ficou com muitos homens desde a sua separação. Poderiam descrever esse cara para que eu possa lembrar? – Pediu a mulher mesmo não fazendo ideia do que era esse doente. Ele é magro, alto e tem olhos castanhos. – Um dos homens descreveu pacientemente. Carlos! – A mulher se lembrou. De acordo com a sua avaliação, ele era péssimo em cama e nem era romântico. Lembrou-se dele? – Indagou um dos homens. Sim. – Replicou a mulher. Então, pode nos falar, ou seja, você tem direito de falar o que pensa. – Sugeriu o homem que a havia indagado se lembrou do cara. A mulher ainda lutava contra a sua angústia desde a sua separação, embora tivesse aproveitado a sua liberdade para poder fazer o que quisesse. A mulher era jovem, tinha vinte e oito anos. Trabalhava como jornalista. E também professora universitária. A sua vida foi conturbada quando estava casada com o seu ex que sempre a maltratava, pois se sentia inferior a ela por não ter entrado na faculdade e sequer concluir o ensino médio. Bem… Acho que estou cansada das minhas aventuras eróticas. Já me decidi. Vou voltar pro meu marido burro. Tenho saudades de ser agredida por ele. – Respondeu confessamente a mulher. Os três homens ficaram pasmos e estranharam a decisão dela. E eles a levaram à casa dela. Mais tarde, Carlos que soube que a mulher por quem ele se apaixonava voltou ao ex, suicidou-se no seu quarto trancado no momento em que a sua família foi jantar fora. Por outro lado da cidade, ao mesmo tempo, o marido burro transava violentamente com a mulher. Eles tiveram um final asnático.

Ejaculação

Eles eram amigos íntimos, ou seja, se conheceram através da internet. Três anos de amizade virtual. No certo momento, enfim pessoal, eles conversavam a respeito da saúde:

Diana: Fui ao médico para fazer tratamento. Tipo ejacular.

Mattos: Ejacular? Acho que não estou entendendo. Reformule sua expressão, por favor.

Diana: E…jacular.

Mattos: Ejacular? Mas o homem só pode fazer.

Diana: Ah, evacuar, foi difícil exprimir este verbo.

Mattos: Ahhhh! Saquei! Mas o tratamento para quê?

Diana: Ah, o tratamento ajuda a parar o sangramento.

Mattos: Hum, entendi. Bem, posso fazer uma pergunta pessoal, digo, uma questão entre nós?

Diana: Pode. Pergunte.

Mattos: Mesmo assim existe a possibilidade de nós nos acasalarmos? Peço desculpas se te ofendi.

Diana: Capaz! Não me ofendo, meu querido. Que tal vamos agora?

Mattos: Agora? Hum… acho que não é uma boa ideia. Porque somos amigos íntimos.

Diana: Por quê? Mas a amizade pode prezar o amor.

Mattos: Ok, porque estou sem preservativos.

Diana: Ora, tenho muitos aqui. Vamos?

Mattos: Ah, perfeito! Vamos!

Enquanto a escuridão no quarto, os amantes faziam intensamente amor. Cheio de amor. Cheio de ereção. Meses depois, a Diana se recuperava de que estava doente rapidamente, e o Mattos não pôde criar filhos por ejaculação insuficiente. Apesar disso, eles viveram felizes pra sempre, porém, continuavam amigos íntimos.