O primeiro encontro íntimo

Era uma tardinha escaldante sim, escreveu o jovem boêmio no seu diário. O encontro ocorreu no Rio, e eles se encontravam. A mulher levava o jovem boêmio com quem ela tinha conversado pela internet ao apartamento dela. Ao chegarem ao destino, o jovem boêmio ficava pasmo com a decoração arquitetônica interna, que lhe parecia a casa das fantasias. E evidenciava-se que a vida da mulher não era insossa. Ele concluía que a casa das fantasias era uma coisa que muitas pessoas sonhavam ter. A mulher foi ao banheiro, o jovem ficava sentado no sofá aconchegante assistindo à TV. Do nada aparecia a mãe da mulher ao seu redor perguntando onde estava a mulher. Ele mal respondia que ela estava no banheiro. Durante o jantar a mãe dela não parava de elogiar o lado escrevinhador do jovem boêmio, pois ela havia lido seus escritos, ou seja, seu blog literário. No dia seguinte, o jovem boêmio, como de costume, vasculhava os livros que estavam na estante. O pai da mulher que estava assistindo a um filme o chamava: Você escreve muito bem. Está olhando os livros? No fundo tem muitos livros. Fica à vontade para apreciar meus tesouros. O jovem boêmio surpreso ao ouvir, indagava ao pai dela: Sério? Obrigado! Você leu meus escritos? O pai dela que se chamava Hemingway afirmava com a cabeça balançada. Quando o sol saiu da Terra, não resistiam à excitação, o jovem boêmio e Peneolpe foram praticar o ato amoroso num quarto estreito, cujo lugar era para visitantes. Durante a estadia na cidade da Peneolpe, muitas livrarias alternativas foram visitadas por eles. Sem dúvida, foi o melhor encontro íntimo que ele já teve, finalizou o texto o jovem boêmio

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