Organismo concilitário

Em meio a praia cheia de banhistas, havia uma mulher morena. Tinha uma tatuagem no ombro direito, cujo detalhe chamava a atenção dos homens. Ela percorria muitos quilômetros até achar o espaço vazio, ou seja, onde não tinha banhistas. Ela se despiu do seu biquíni preto e o deixou na areia como se a folha caísse. A bela mulher enigmática se dirigia direto ao mar a ponto de amenizar o seu corpo aquecido pelo sol. A sua entrada se transformava em sons aquáticos. Ela mergulhou feito golfinho. De olhos fechados dentro do mar o lance de prender a respiração a fortalecia. De repente apareceu um homem moreno ao seu redor, que não era estranho para ela. Eles se aproximavam, bem prudentes. Nenhuma emissão de pronúncias, e o clima, apesar de estarem presos no mar, estava ficando quente. Os corpos se grudavam como se eles se abraçassem de medo. Ao ativar a excitação, eles se beijavam e introduziam a penetração orgástica. Os lábios grudados tornavam-se oxigênio natural, deixando os amantes aliviados das dores sentimentais.

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